quarta-feira, 16 de maio de 2012
O Ser Humano?!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Rio Grande do Sul: Está Terra Tem Dono! , por Renato Sommer

Tchê Patrício! Com o Minuano soprando lá fora te apresento nosso estado, ao som de uma milonga em volta de uma costela gorda pingando em fogo alto de angico e passando o amargo entre patrões e peões.
Hoje 20 de setembro além de ser o dia do gaúcho que marca o inicio da Revolução Farroupilha é também uma data para se resgatar a cultura, a história, mas principalmente os valores do gaúcho.O espírito idealista e de hombridade do mate passando de mão em mão.
O Rio Grande do Sul além de possuir suas exuberantes belezas naturais é marcado por uma cultura distinta, aonde outorga o cavalo Crioulo como fiel companheiro de lida campeira e sua pilcha como traje de gala, possuímos uma literatura coesa com Simões Lopes Neto, Érico Veríssimo, Mario Quintana entre outros celebres, o grande payador Jayme Caetano Braun, nosso folclore, nossas lendas como a do Negrinho do Pastoreiro, o nosso futebol com grandes batalhas em campo entre gremistas e colorados, nossas belas mulheres, e nossos homens aguerridos e trabalhadores, nossa música desde a milonga até a vaneira.
A nossa história é marcada de lutas e conquistas, começando em 1750 com Sepé Tiraju peleando por está terra contra portugueses e espanhóis na Guerra Guaranítica. Em 1835 a mais famosa e duradoura guerra, a Revolução Farroupilha(1835-1845) com caráter separatista, liderada por Bento Gonçaves e Antônio de Sousa Neto, contra as políticas impostas pelo governo imperial. O estado gaúcho foi a primeira provincia a levantar bandeira afavor a abolição da escravatura. Mais de 45 anos depois o RS foi palco de uma guerra civil chamada Revolução Federalista (Degola 1893 – 1895) entre Chimangos (republicanos ) e Maragatos (federalistas), no qual esses não pretendiam restaurar a monarquia e prentendiam libertar o RS da tirania de Júlio de Castilhos, então presidente do Estado. Novamente explode uma luta armada entre Chimangos e Maragatos a Revolução de 1923, impedindo a releeleição dos governadores e presidentes do Brasil. O RS participou ativamente da Revolução de 30 (aliança liberal) no qual pôs Getulio Vargas no governo brasileiro. Logo em 1961, o movimento da legalidade pela posse do presidente João Goulart liderada por Leonel Brisola. Em suma, o RS foi cenário de várias batalhas, tivemos muitos homens que pleitearam pela construção e consolidação do Estado e do Brasil.
Portanto, essa é a nossa raiz é o fato de nós termos tanto orgulho por ter nascido aqui no sul, a tradição pode ser herdade de pai para filho, mas a grandeza tem que ser adquirida. Um Estado que se criou da terra, aonde cada homem semeia o amor e sabe da hombridade de ser gaúcho, em cada fio de bigode, no mate cevado, e no aperto de mão.
Esse é o Meu Rio Grande, céu, sol , sul, terra e cor, onde tudo que se planta cresce e que mais floresce é o amor.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Feliz 2010!
domingo, 6 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
João Buracão surtiu efeito!


quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Quem é o "Filho do Brasil", por Diogo Mainardi
Luiz Carlos Barreto, o Filho do Brasil.” Ele, Luiz Carlos Barreto, é um personagem um tantinho menos oco do que aquele outro, canonizado em sua última obra, Lula, o Filho do Brasil. Quem é Lula? Eu o resumiria numa única linha: um retirante maroto que sonha em se transformar em José Sarney. Ele é Vidas Secas sem Graciliano Ramos. Ele é Antônio Conselheiro sem Euclides da Cunha. Ele é, citando outra patetice sertaneja produzida por Luiz Carlos Barreto, quarenta anos atrás – os filhos do Brasil repetem-se tediosamente de quarenta em quarenta anos –, o cangaceiro Coirana, sem Antônio das Mortes.
Quem já assistiu a um cinejornal do “Istituto Luce” sabe perfeitamente o que esperar de Lula, o Filho do Brasil. Benito Mussolini, em Roma, conclamando as massas, é igual a Lula, no ABC, imitando Bussunda. O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins, coordenador do MinCulPop lulista. Mas o fato é que, a cada dia mais, o “filho de Dona Lindu” macaqueia o “filho do ferreiro de Predappio” – só que num cenário mais indigente e embolorado.
Se o crack de 1929 consolidou aquilo que Benito Mussolini chamou de “estado empreendedor”, o crack de 2008 fez o mesmo com Lula. A economia fascista tinha IMI e IRI, bancos públicos que forneciam crédito à indústria italiana, privilegiando os aliados do regime. A economia lulista tem Banco do Brasil e BNDES, que desempenham um papel semelhante. Benito Mussolini era celebrado na propaganda oficial por ter “restringido as desigualdades sociais”. Lula? Também. Os triunfos italianos nas Copas do Mundo de 1934 e 1938 foram creditados ao Duce, que compareceu aos jogos finais, assim como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 foram creditadas a Lula. Recentemente, Lula arrumou até seu próprio ditador antissemita, que promete repetir o holocausto: o iraniano Mahmoud Ahmadinejad, recebido com pompa na capital do lulismo. Os “anos do consenso” de Benito Mussolini duraram de 1929 a 1936. Quanto podem durar os de Lula?
Luiz Carlos Barreto, em 1966, produziu um curta-metragem de propaganda para José Sarney. O curta-metragem foi dirigido por um conhecido marqueteiro: Glauber Rocha. Desde aquele tempo, Luiz Carlos Barreto, “o Filho do Brasil”, é quem melhor sintetiza o caráter nacional. Durante a ditadura militar, ele tomou conta da Embrafilme. No período de Fernando Henrique Cardoso, ele fez propaganda para a Embratur e para o BNDES. Quando o lulismo foi desmascarado, em 2006, ele disse: “O mensalão não era mensalão. Era uma anuidade. Faz parte da ética política. E a ética política é elástica”. A ética cinematográfica é igualmente elástica. E, no caso de Luiz Carlos Barreto, é uma anuidade.
Luiz Carlos Barreto, homenageado no Senado por Roseana Sarney, que o chamou de “grandalhão dócil e amável do cinema brasileiro”, agora planeja filmar o romance Saraminda, de José Sarney. É dessa maneira que Lula passará para a história: como uma mera anuidade no intervalo entre o José Sarney de 1966 e o José Sarney de 2010.
Por Diogo Mainardi
sábado, 21 de novembro de 2009
MÁRCIO MOREIRA ALVES: CUTUCANDO A DITADURA.

O jornalista e ex-deputado federal Márcio Moreira Alves (PMDB) morreu dia 03/04/2009, aos 72 anos no Rio de Janeiro. Ele estava internado desde outubro no Hospital Samaritano após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral).Ele ficou conhecido pelo discurso que fez na Câmara dos Deputados em 2 de setembro de 1968 sugerindo o boicote às comemorações do Sete de Setembro. Foi o pretexto utilizado pelo governo militar para instaurar o AI-5 (Ato Institucional número 5), que se transformou em um dos principais símbolos da ditadura (1964-1985).
